Entrevista: À conversa com o colaborador com… Licínio Rego | Interview: In conversation with the employee… Licínio Rego

Licínio Rego tem 54 Anos e é o mais antigo colaborador da Sonorgas onde trabalha há vinte e oito anos. Homem da terra, nasceu e vive em Benagouro, uma pequena aldeia do concelho de Vila Real.
Como começou a trabalhar no grupo
Depois de acabar a minha vida militar, procurei emprego em várias empresas. Comecei a trabalhar no setor do gás em 1997. Fiz um curso de “Técnico de Gás”, e daí em diante foi trabalhar em tudo, desde abrir e fechar valas, soldar, montar contadores, leituras, fiz tudo o que havia para fazer.
O início do negócio de gás natural na região foi difícil?
Foi. Todo o início é difícil. No início fiz muitas viagens a Espanha e na Gás de Bordeaux França para participar em trabalhos de aprendizagem. Todo o processo de descargas, montagem de contadores e ligações novas era connosco.
Atualmente o que é que faz na Sonorgás?
Já fiz várias coisas, já fiz de tudo: redes, ramais, e tudo o que era importante fazer, atualmente estou mais dedicado às UAGs (unidades autónomas de gaseificação), onde colocamos o gás, vindo das cisternas. Depois é preciso assegurar todo um processo de operação para o gás sair em condições para os clientes.
O que mais gostas do teu trabalho?
A interajuda das pessoas, a equipa. São bons companheiros, feitos á medida.
O que sentes que mudou mais com a chegada da Sonorgás ao interior norte do país?
O gás natural veio fazer justiça em relação ao litoral, que já tinha esta energia mais barata e amiga do ambiente desde o início da chegada do gás natural a Portugal. A disponibilidade de gás permite uma poupança às pessoas e facilita a implantação de empresas no interior.
O que esperas do futuro, do teu e do da empresa?
Espero continuar a progredir e a vestir a camisola, como até agora, e viver um dia de cada vez.
Licínio Rego is 54 years old and the longest-serving employee at Sonorgas, where he has worked for twenty-eight years. A local man, he was born and lives in Benagouro, a small village in the municipality of Vila Real.
How did you start working for the group?
After finishing my military life, I looked for a job in various companies. I started working in the gas sector in 1997. I took a “Gas Technician” course, and from then on I worked on everything, from opening and closing ditches, welding, setting up meters, taking readings, I did everything there was to do.
Was the start of the natural gas business in the region difficult?
Yes, every start is difficult. In the beginning, I made many trips to Spain and to Gas de Bordeaux in France to take part in apprenticeships. The whole process of discharging, installing meters and making new connections was done by us.
What do you currently do at Sonorgás?
I’ve done a lot of things, I’ve done everything: networks, branches, everything that was important to do, but I’m currently more dedicated to the UAGs (autonomous gasification units), where we put the gas from the tanks. We then have to ensure that the entire operation process is carried out so that the gas goes out to the customers in good condition.
What do you like most about your job?
The interaction between people, the team. They’re good mates, tailor-made.
What do you feel has changed most with the arrival of Sonorgás in the north of the country?
Natural gas has done justice to the coast, which already had this cheaper and environmentally friendly energy since the arrival of natural gas in Portugal. The availability of gas saves people money and makes it easier for companies to set up inland.
What do you hope for the future, yours and the company’s? I hope to continue progressing and putting on my shirt, as I have done so far, and living one day at a time.
